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7 números desanimadores da (falta de) coleta seletiva no Brasil

  • Exame.abril.com.br
  • 13 de jul. de 2016
  • 2 min de leitura

A gestão de resíduos é um dos maiores desafios do Brasil. Poderíamos estar reciclando bem mais com o lixo que geramos, mas não é isso o que acontece.

Seis anos já se passaram desde a promulgação da Política Nacional de Resíduos Sólidos e a maior parte das cidades brasileiras ainda não possui um sistema de coleta seletiva. Esta, por sua vez, propiciaria a reciclagem de materiais, a economia de recursos e a oportunidade de novos negócios.

Dados de um levantamento bienal realizado pelo Compromisso Empresarial para Reciclagem (CEMPRE) mostram que a adesão dos municípios ao serviço acontece a passos lentos. Confira a seguir 7 números (nada animadores) do setor no País.

138%

Foi o aumento, desde 2010, no número de cidades que desenvolvem programas de coleta seletiva no Brasil. Parece muito, mas é pouco...

18%

Apesar do aumento expressivo, o índice mostra que apenas 1055 municípios contam com o serviço.

15%

Estima-se que apenas 31 milhões de brasileiros têm acesso a programas de coleta seletiva.

81%

Além da pouca adesão, a maior parte das cidades do país com coleta seletiva se concentra nas regiões Sul e Sudeste.

1%

O Norte é a região com menor atendimento de coleta seletiva, seguido do Centro-Oeste (8%) e Nordeste (10%).

R$ 389,46

É o custo médio da coleta seletiva nas cidades pesquisadas. Valor é 4,1 vezes maior que o custo da coleta convencional, que recolhe de uma vez rejeitos, resíduos orgânicos e, muitas vezes, materiais recicláveis, e leva tudo para aterros sanitários.

34%

Papel e papelão são os tipos de materiais recicláveis mais coletados em termos de peso, representando 34% da coleta, seguidos de plástico com 11% e vidro com 6%.

Fonte: http://exame.abril.com.br/brasil/frases-e-numeros/7-numeros-desanimadores-da-falta-de-coleta-seletiva-no-brasil#1

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